Clube dos Poetas (Jedi/Sith) Mortos v2.0

Discussion in 'Portugal' started by LaYa_, Jan 26, 2006.

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  1. LaYa_ Jedi Grand Master

    Member Since:
    Jul 21, 2003
    star 5
    Hoje não quis sonhar, porque sabia que ia sonhar contigo. Sempre que sonho contigo, acordar custa mais. Tudo não passa dum sonho. Os beijos que me dás, o carinho com que me abraças, me pegas na mão... Tudo é um sonho, demasiado bom para ser realidade. Nada é realidade. Não sou feliz contigo, não te beijo, não te abraço, não te pego na mão. É duro sonhar com algo que não se tem e acordar, e saber que tudo foi simplesmente fruto do meu inconsciente. É estranho.

    Uma vez escrevi que o sonho mais bonito que existe é amar.
    Será que é?

    Pelo menos, por enquanto, não.
  2. Darth_En_Ghedi Jedi Master

    Member Since:
    Apr 6, 2005
    star 4
    Continuamos no ar - http://fanfictionpt.blogspot.bom

    Mais uma está na forja.

    --

    Hey Laya, amar não é um sonho... Se amar para ti é apenas possível em sonhos, então nunca amaste. Amar é algo profundo. Sonhar com quem julgamos privar no nosso amor, não é amar. É isso mesmo que disseste, "um sonho". Experimenta acordar mesmo e agarrar o que amas.

    E se não tiveres mesmo coragem, ainda te falta amar na vida...
  3. LaYa_ Jedi Grand Master

    Member Since:
    Jul 21, 2003
    star 5
    the l-word

    Ever since I first heard the word in relation to reality, my reality that is, I?ve thought about what it meant?love. It?s not the word so much as the meaning that elicits a multitude of emotions that vary between confusion and comfort, between fascination and feigned indifference, between happiness and caution and a thousand other things you can?t really understand, not at first, since that isn?t the point, is it? I don?t think I?m supposed to understand it. I don?t think that inherent certainty is something that should be understood. I don?t know exactly when it happened, and I don?t know exactly how it did; I don?t remember the realization, and I don?t remember the falling. I just remember knowing, suddenly, all at once, that this wasn?t something ordinary.

    I know that you?re not perfect, since perfection?s unattainable, virtually impossible?but I know, too, that to me, you are. Which is essentially the most perplexing, engaging, astonishing, wonderful aspect of this thing I?m calling love: Its dichotomy, its contradiction by definition. How it makes so much sense in my mind, but as soon as I attempt to offer an explanation out loud, it breaches the barriers of logic.

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